"A vida é uma aventura aberta, exposta. Não protejam as crianças. Fortifiquem-nas interiormente para que brinquem bem com qualquer espécie de brinquedo." Emmanuel Mounier
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
domingo, 23 de outubro de 2011
Níver-piquenique no parque
Faz um tempinho que eu queria postar estas fotos do niver de seis anos da Malu (filha da minha amiga, sócia, confidente e parceira de boas risadas Luciana Altmann). A data foi marcada por um delicioso piquenique, numa linda e ensolarada tarde de domingo, no Parque Ecológico de Balneário Camboriú. Você sabia que o lugar é lindo, gostoso e bem cuidado para levar as crianças para brincar? Aliássss, você sabia que a “capital do turismo catarinense” tem um parque onde tem até labirinto de árvores?
Fica aqui a dica de uma festinha deliciosa, num lugar adorável, cheio de passarinhos (tinha um ninho de quero-quero protegido pelo pessoal do parque bem ao lado do nosso piqueninque), com direito a toalha xadrez, cesta de palha, mate e um capricho todo especial da mami Lu Altmann na hora de preparar os quitutes da criançada.
Uma festa-piquenique muito "crianaestrada"!
| Toalha xadrez e um dia ensolarado |
| Malu, a aniversariante |
| Vê se eu posso com um capricho desses??? |
| Davi e Pedro se divertiram muuuuito |
| Carol e Sara |
| A caprichosa mamis |
| O mate não podia faltar |
| Malu e a linda Belinha |
| Corre, corre, corre mamãe! |
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
O que é a infância senão brincar, experimentar e errar?
A infância e a vida podem ser muito simples, basta querer. Pais como a Larissa Klimeck e o Xande Kammer (meus primos queridos e pais atentos do João, 6, e da Olivia, 3) sabem bem como é isso. Moram em Floripa (SC), num lugar encantado chamado Santo Antônio de Lisboa, e buscam proporcionar aos pequenos uma infância de "curtir coisas simples + valorizar a vida sob todos os aspectos". Abaixo, textinho + fotos by Larissa e Xande.
O que é a infância senão brincar, experimentar e errar?
Isso mesmo: errar! É o que nós pais, muitas vezes, queremos privar da vida dos nossos pequenos. Erros trazem dor física ou emocional, mas é com eles que nós aprendemos e realmente experimentamos. Os erros nos mostram o quanto estamos tentando e vivendo.
É dificil, como mãe, falar isso ou mesmo agir assim. Meu instinto quer proteger mas, na prática, estou experimentando que preciso liberá-los para o erro e isso é um exercício árduo e diário. Entre erros e acertos, vou seguindo. Eu, com minha maternidade que eu nunca sonhei como seria, nem tenho idéia do que virá por aí. O que sei é que Xande e eu estamos cultivando essas plantinhas preciosas, buscando dentro de nós nosso melhor e muitas vezes mostrando pra eles o nosso pior.
Mas isso também faz parte dessa caminhada. Mostrar para eles que nós, pais, também erramos e que erros são tentativas. E tentativas são treinos. E treinar nos faz mais fortes e preparados pra buscar da vida o melhor.| Lari + o cachorro |
| A casa do cachorro (linda!) |
| Engenheiro especializado em casa da árvore (rs) |
| A casa pronta!!! |
| Hortinha em casa é tudibom |
| Final do dia |
sábado, 24 de setembro de 2011
Mamãe, olha... o sol tá lá fora!
- Mamãe, olha... o sol tá lá fora.
- Mesmo Davi?
- É... Tá lá em cima no céu.
- Que bom, né filho?
- Booooom dia sol!
* Foto do primeiro por do sol da Primavera 2011, na sexta-feira, 17h56. Momento de contemplação e de agradecimento por estes presentes diários. Davi, com dois anos e meio, já é absolutamente fissurado nas movimentações do céu.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Não canso de olhar
Imagem que intitulei como "a verdadeira educação", pro concurso fotográfico do portal Extremos no Facebook.
São meus filhos, no meio do nada e do tudo da Patagônia Argentina, janeiro de 2011. Nessas horas eu sou coruja sim, aaaaaamo! Vota lá!
São meus filhos, no meio do nada e do tudo da Patagônia Argentina, janeiro de 2011. Nessas horas eu sou coruja sim, aaaaaamo! Vota lá!
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
CRESCER
Quem tenta ajudar uma borboleta
a sair do casulo a mata.
Quem tenta ajudar um broto
a sair da semente o destrói.
Há certas coisas que
não podem ser ajudadas.
Tem que acontecer de dentro para fora.
Quem tenta ajudar um broto
a sair da semente o destrói.
Há certas coisas que
não podem ser ajudadas.
Tem que acontecer de dentro para fora.
(Rubem Alves)
domingo, 31 de julho de 2011
Dia de cria
Quarta-feira de férias escolares, clima gostoso e que favorecia a criatividade para ocupar o tempo do Davi, de 2 anos e 4 meses e muita energia para gastar. O olhar repentino para o baldinho + bola no canto do quarto + toalha felpuda remeteu imediatamente a ela, paisagem permanente de quem mora aqui: A PRAIA.
Coisa boa se jogar nela no inverno, naqueles dias de solzinho gostoso, nenhuma viv’alma para tirar o sossego de esticar uma toalha embaixo da árvore, espalhar os apetrechos da cria ao redor, olhar para o céu azul, fazer um lanchinho-piquenique quando a fome bater.
Uma das vantagens de ser jornalista “por conta” é ter a liberdade de dar um gás no trabalho pela manhã e se jogar na areia com a cria em férias escolares de julho à tarde, num daqueles momentos sagrados do dia e da vida. A gente se renova (e tudo se renova-de-novo).
Assim foi este dia, no melhor estilo “eu moro onde você passa férias”.
| Inverno-sossego |
| Lanchinho-piquenique |
| Recarregando as baterias |
| Mãos à obra | , |
terça-feira, 26 de julho de 2011
Primeiro as damas!
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| Primeiro as damas: estréia da Malu |
As reações ficam mais reações, sabe como? É a natureza humana no seu estado mais puro, cada um com seu jeito, cada qual único e distinto, valoroso, perfeito. Nesse domingo tive o prazer de ver quatro estréias, cada qual com sua graça, molecadinha e molecadona se testando e lidando com as emoções.
A Malu, 5, foi a primeira, ansiosa que estava, esperava pelo momento há muito. Sem titubear fez a via completa e honrou o título (a "Primeiro as Damas" fica num sitiozinho em Camboriú). Muito impressionante, muito inspirador, muito livre de condicionamentos.
O Rogemiro, que mais uma vez foi o responsável pela iniciação da moçada, ficou completamente atônito com a cena. Disse que nunca viu nada parecido. E os diálogos? E o conversê alheio das outras crias, que ficaram, de boa aberta, olhando pra cima ela ir e ir e ir? Alto, mas alto, e ela de molecagem e riso, vez em quando saía, um "ain, medo", mas já passou e foi e foi e foi. Damíssima, linda estréia.
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| LÁ! longe |
- Anda Malu! Desce, já deu!
- NÃO! Quero mais!
- Ela tá viciada!, dizia o Pedro.
- E isso.
- E aquilo.
Que movimentação! Que linda leitura. E é assim é que é. |
Eu, particularmente, fiquei duplamente, triplamente, quadruplamente feliz e emocionada, porque a Lu Altmann, a mãe da Malu, também experimentou a brincadeira e, com toda sua pimentice, não pensou duas vezes e tocou pra cima, tipo mãe-de-lagartixinha-lagartixa-é. Que LINDA! Minha amiga de tantos anos, de tantas histórias, compartilhamos mais essa, assim no susto. Não se faz esse tipo de atividade com qualquer um, precisa alto grau de confiança. Pra não se machucar, mas pra também poder ficar à vontade, mostrar quem é; reforçar os vínculos. Nú e crú, e firme como um nó de oito.
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| Meninas super poderosas |
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| Pedroca |
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| Pedroca |
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| Duda |
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| Lanchinho |
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| João |
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| Davi |
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| E a Lú |
domingo, 24 de julho de 2011
Perguntas (e respostas)
"Crianças gostam de fazer perguntas sobre tudo. Mas nem todas as respostas cabem num adulto". (Arnaldo Antunes)
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Ilha das Peças
Gente, tava mexendo aqui nas gavetas e encontrei esse álbum, lá de 2008 (como o Davi cresceu nesse meio tempo!) de uma trip que fizemos para a Ilha das Peças. Foi muito legal, caminhamos MUITO, uns 14 quilômetros só pra ir, partindo da vila de pescadores, já do lado de lá. É que a gente chega de carro em Paranaguá, de lá pega uma barca até a vila e da vila sai andando. De cria mesmo era o Dá, que tinha 9 anos e o Caio, 11. A Ilha fica de frente pra Ilha do Mel, mas é bem bem deserta, muito diferente. Fomos até a ponta, seguindo pela areia reto toda vida, acampamos e no outro dia voltamos. No primeiro dia ficamos na vila, muito roots, com poucos nativos morando, mas um restaurantinho que tinha um peixe frito inesquecível. Coloquei o álbum inteiro porque na trip todo mundo vira cria.
terça-feira, 28 de junho de 2011
Cria na Estrada (parte II)
"Parte II" porque é a segunda vez que a nossa amiga Thais Andrade tá contribuindo aqui no Cria. A primeira foi no início da longa viagem que ela e o marido estão fazendo com o filhote-bebê-mais-feliz-do-mundo Rudrá (hoje completando dez meses!).
A Thati, como é carinhosamente chamada pelos amigos, nesse meio tempo lançou um blog muito legal de coisas-essenciais-e-auto-conhecer. Visita aqui!
"Era uma vez uma mãe, um pai e um bebê de 4 meses, que mesmo taxados de loucos, resolveram viajar pelo mundo para intensificar tanto a experiência de vida profissional quanto e principalmente a experiência de vida pessoal, em família, se auto-descobrindo em seus novos papéis e criando sua cria sem "palpites e pitacos" não solicitados. Há alguns meses, escrevi aqui como tudo começou; mas como toda história tem um começo, um meio e um fim, e nós estamos no meio dela, aproveito para compartilhar mais algumas coisinhas...
A MELHOR COISA DO MUNDO É VIAJAR COM BEBÊ!!!
A experiência que estamos tendo é que ao invés de dificultar, tudo fica mais fácil... Qualquer coração se amolece ao ver uma criaturinha tão fofa quanto um bebê, as pessoas puxam papo e nos favorecem sem nem se quer termos pedido! O mundo te olha com outros olhos quando se está em família, bem diferente do olhar direcionado a um mochileiro, por exemplo.
Uma dica interessante durante viagens de avião: A primeira fileira, que é a mais espaçosa, é preferencial para mães com bebês, idosos, etc., mas está SEMPRE ocupada por pessoas sem preferência. Então, o máximo que irão fazer por vocês é colocar a mãe sozinha com seu filho no colo enquanto seu marido fica em outra cadeira distante. O que vocês devem fazer é não aceitar e pedir que eles lhes dêem ou bloqueiem um terceiro assento. Isso acontece e é bem mais prático, pois assim é possível colocar o bebê-conforto neste terceiro assento e acomodar sua cria quando ela dormir. Desta forma, nós pais podemos também dar uma cochiladinha (que é coisa rara nestes tempos...rsrs) e não precisamos pagar um absurdo para ter direito a um berço - que inclusive já deveria estar incluso na taxa que é paga na passagem do bebê!
Para famílias que também são práticas e não gostam de carregar muita tralha:
1- Não é preciso levar berço. O que temos feito é uma caminha improvisada que fica entre nós: usamos um casaco grande e o próprio cobertor dele dobrado como base; e embaixo deles colocamos rolinhos de camisetas na cabeça e nas laterais para levantar as bordas, ou seja, usamos nossas próprias roupas para acomodá-lo.
2- Para ele brincar no chão usamos nossos mats de yoga.
3- Os brinquedos criamos com o que temos disponível, como: frascos de remédios, pacotes de bolacha, garrafas de água... Coisas com formatos diferentes, que fazem barulho e que tenham bastante colorido. Nosso pequeno a-do-ra... Nessa fase, tudo é brinquedo!
4- Se você amamenta e está começando a introduzir os alimentos: mamadeira não é preciso e inclusive nem indicada, além de ser acompanhada de "um monte de tralha", ela libera uma substância chamada bisfenol que é altamente tóxica, e assim como a chupeta prejudica na dentição e arcada dentária. O indicado, quando se quer dar sucos de frutas ou água, é usar um copinho pequeno.
O indispensável para se levar:
1-Máquina fotográfica para filmar e registrar os momentos singulares que passam rápido como um flash;
2-Sling, para deixar a cria bem pertinho e segura;
3- Bebê-conforto para acomodá-la em locais como avião, carro, entre outros meios de transporte que por ventura podem vir a ser utilizados (inclusive nos carrinhos dos aeroportos, rsrs);
4- Muita energia, amor e doação!
Compartilho então algumas fotos dos melhores momentos
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| Italia 0 graus (Rudra com 4 meses) |
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| Com nosso Guru Swami Dayananda na India (6 meses) |
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| Pronto para o surf no Ganges (6 meses e meio) |
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| Bagunçando no avião (7 meses e meio) |
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| Família em Ballangan/ Bali (7 meses e meio) |
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| Aulinhas de natação com mamãe (7 meses e meio) |
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| lingando (7 meses e meio) |
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